No 26º Aniversário da Nova Costa de Oiro

Passam depressa, mesmo a correr, os anos. Ainda me parece que foi há poucos dias que a revista Nova Costa de Oiro foi publicada primeira vez. No entanto, 26 anos separam esse exemplar, então feito em papel, deste, que é em formato digital.

Na página 04 desta edição (ler em PDF ou no ISSUU), recordo os nomes de todos os nossos colaboradores que, ao longo do tempo, contribuíram para a feitura e prestígio que a nossa revista alcançou. Sem eles, não teria sido possível efectuar um trabalho de mérito reconhecido. Infelizmente, alguns já não se encontram fisicamente entre nós. Hoje, lembro-os agradecido, reconhecido e com as saudades que o tempo não mitigou.

Destes nomes, permitam-me que destaque três: Hélio José, Figueiredo Luís e Beatriz Maio.

O primeiro foi o fundador desta revista. Sonhou-a, planeou-a e concretizou-a. Ensinou-me muito da profissão de jornalista e devo-lhe muito do que sou.

O segundo estendeu-me a mão num período complicado da minha vida. Foi por ele que voltei ao jornalismo e que a revista voltou às bancas.

Os dois eram homens de palavra, de palavra de honra, ao contrário de alguns que não o são e com quem tivemos o azar de nos cruzar nos últimos tempos.

A última palavra de louvor vai para a Beatriz Maio, que desde o início deste ano tem sido um dos pilares da nossa publicação. Com Mestrado em Comunicação Social, participou activamente, com empenho e profissionalismo na feitura da nossa revista. Sem a sua ajuda não teria sido possível fazermos as 10 edições deste ano. Obrigado por tudo, Beatriz, e os votos do teu maior sucesso.

A todos: haja saúde e até sempre!

Carlos Mesquita

Na «Nova Costa de Oiro» não se utiliza a Reforma Ortográfica de 1990-2008, indevidamente chamada «Acordo Ortográfico».